Arrepiante: Escrava sexual foi obrigada a comer o filho de um ano

DAESH tem espalhado terror em vários países do mundo impondo a sua ideologia

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Segundo o Diário de Notícias, uma mulher Yazidi foi feita escrava sexual do grupo terrorista Estado Islâmico e foi levada a comer o próprio filho de um ano. Outra menina, de 10 anos, foi violada até à morte em frente ao pai e às cinco irmãs.

Estas histórias foram contadas por Vian Dakhil, a única deputada yazidi do parlamento iraquiano. Numa entrevista emocionante ao canal egípcio Extra News, Dakhil descreveu a torturas das mulheres yazidi raptadas pelo Estados Islâmico.

“Uma das mulheres que conseguimos resgatar do Estado Islâmico contou que estava presa numa cave durante três dias, sem comida nem nada”, contou Dakhi. “Depois eles trouxeram-lhe um prato de arroz com carne. Ela comeu tudo porque tinha muita fome. Quando ela acabou de comer eles disseram-lhe: ‘nós cozinhámos o teu filho de um ano que raptámos e foi isso que acabaste de comer'”.

Na entrevista, que foi traduzida pelo Instituto de Pesquisa de Media do Oriente Médio, Dakhil contou que para resgatar as mulheres yazidi raptadas pelo Estado Islâmico é preciso comprá-las. “Alguém liga e diz que tem uma certa rapariga e quer vendê-la. Eles ligam para a família da rapariga e nós compramo-la”, contou a deputada.

“Vocês pagam o resgate”, corrigiu o entrevistador. “Não. Nós comprámo-la. Nós, os yazidi, em pleno século XXI, compramos as nossas filhas e as nossas mulheres”, respondeu a deputada, que tem dado voz ao drama desta minoria étnica e religiosa.

 

Notícia: DN

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